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DOENÇAS DECORRENTES PELO EXCESSO NO CONSUMO DE GORDURAS

  • 11 de mai. de 2017
  • 2 min de leitura

Durante as últimas décadas houve um grande aumento no consumo de ácidos graxos (variação de lipídeos) pela população em geral. Decorrente da mudança de hábitos e busca pela praticidade na alimentação diária, além das comidas industrializadas e marketing dos fast-foods que nos induzem à um consumo, em alguns momentos, exagerado. Quando analisamos os nossos antepassados, vemos que era mais comum o consumo de produtos naturais como vegetais e frutas, além de um consumo energético maior. Esses alimentos mais escassos de gorduras prejudiciais permitiam uma alimentação mais rica em nutrientes. Porém, temos muitos alimentos os quais nos oferecem “boas” gorduras, aquelas que ajudam na manutenção do nosso organismo. Podemos citar como exemplo, a carne de peixe, a qual nos oferece o ômega 3, importante gordura poli-insaturada, a qual não é produzida em nosso corpo e precisa ser ingerida através da alimentação, esse ácido graxo que nos fornece energia e são primordiais para nos ajudar na absorção de algumas vitaminas lipossolúveis (como a Vitamina A, D, E e K). Além de fortalecer nosso sistema imunológico, auxílio no controle da pressão arterial e atuar na prevenção de doenças cardiovasculares e na diabetes, as quais estão entre as principais causas de morte no país.

Através da Revolução Industrial, alguns locais, começaram a passar pela chamada transição alimentar, o que acarretou no aumento do consumo de óleos e gorduras na alimentação popular. Com todo esse processo, houve também inserção de alguns conservantes, produtos químicos e agrotóxicos nesses produtos industrializados e também o surgimento da hidrogenação de gordura vegetal.

Dessa forma, de acordo à alguns especialistas, essa demasia na ingestão de alimentos ricos em óleos e gorduras podem causar doenças como infarto, AVC (Acidente Vascular Cerebral), aterosclerose (um entupimento na passagem de substâncias nas artérias), Aumento na pressão arterial e até câncer. Porém, isso pode ser contornado, com a diminuição do consumo de gorduras e a combinação de fibras (como leguminosas, feijão, grão-de-bico, etc.) à essa dieta, pois elas poderão auxiliar o organismo na absorção desses lipídeos. A Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) recomenda que sejam consumidos entre 20% a 25% na alimentação diária. O ideal é reduzir ao máximo o consumo de gorduras de origem animal, além das trans e saturadas, ademais, diminuir os produtos industrializados, enlatados e com quantidades elevadas de produtos químicos para que a promoção de saúde possa ocorrer de forma correta e eficaz.


 
 
 

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