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Ácidos Graxos, suas variações e o nosso organismo

  • 9 de mai. de 2017
  • 2 min de leitura

Os ácidos graxos se encaixam na posição de alimentos de função, principalmente, energética, já que estão classificados como um tipo de lipídeo. Os lipídeos são caracterizados e facilmente reconhecidos pela sua insolubilidade em água, explicado pela sua natureza anfifílica (possuir uma parte polar e outra apolar), a qual se permite misturas somente soluções de estrutura semelhante. Apesar da maior parte de energia do corpo estar sob forma de gordura, o nosso organismo prefere o uso dos carboidratos, assim usando os lipídeos como reserva, pois 1g de gordura armazena 4x mais de energia do que 1g de carboidrato. Além de, por sua propriedade apolar, não atrair água para seu local de armazenamento, deixando mais “leve”.

Dentro dessas variações, podemos citar os ácidos graxos saturados, os quais são geralmente de origem animal e sólidos em temperatura ambiente. Essas gorduras saturadas são reconhecidas como prejudiciais à saúde, já que seu consumo em demasia e excesso podem levar ao aumento de LDL (colesterol de baixa densidade que se acumula facilmente nas artérias, causando obstrução e bloqueio da passagem). Geralmente, são encontrados em alimentos industrializadas, manteigas, leite, queijo, entre outros. Outra ramificação conhecida pelos seus prejuízos à saúde é a gordura TRANS, a qual sofre o processo de hidrogenação para possuir consistência mais sólida.

Tal gordura fornece também aos alimentos, maior durabilidade, aspecto crocante e mais saboroso, porém nos traz enormes prejuízos, pois o nosso organismo não possui as enzimas corretas para sintetizá-las, podendo acarretar em posteriores problemas cardiovasculares. O Ministério da Saúde determinou que como aceitável consumir até 2g da gordura trans por dia, entretanto, a falta de informações ou camuflagem nos rótulos confundem o consumidor. Podem ser encontradas em sorvetes, biscoitos recheados, chocolates, salgadinhos, etc.

Então, como precisamos dos ácidos graxos em geral, o ideal é consumir somente o necessário para manutenção do organismo, evitando, principalmente, o excesso no consumo dos industrializados, as gorduras trans e as saturadas que aumentam o nosso “colesterol ruim” (LDL) e diminuem o nosso “colesterol bom” (HDL), consequentemente provocando o desenvolvimento de doenças e condições de sobrepeso e obesidade, além de prejuízos extras ao nosso organismo.


 
 
 

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