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OBESIDADE, DCNT E ENVELHECIMENTO.

  • 27 de abr. de 2017
  • 3 min de leitura

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.

Há várias causas para o surgimento da obesidade dentre as quais podemos citar: predisposição genética, excesso de gorduras vegetais, processadas e etc. falta de exercícios físicos e alterações endócrinas (hipotireoidismo, por exemplo).

São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de emagrecer, procure um especialista.

Relações entre obesidade, e alterações metabólicas.

A obesidade por si só não é sinônimo de dismetabolismo, mas por outro lado, ter um peso saudável (entenda-se como índice de massa corporal, IMC entre 18,5 e 24,9) não é sinônimo de saúde. Outros fatores além do peso exercem influência significativa na evolução dessas alterações metabólicas. Os principais fatores são os genéticos e os hábitos de vida.

GENETICA:

A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza principalmente pelo excesso de gordura corporal. Essa gordura que se acumula no corpo pode causar sérios problemas à saúde do indivíduo com obesidade. É importante ressaltar que apesar da obesidade estar relacionada com o aumento de peso, nem todo aumento de peso significa obesidade, pois existem muitos atletas que tem um peso alto, mas não são tem este quadro devido a massa magra corporal.

O número de crianças e adultos com obesidade vem crescendo cada vez mais nos últimos anos devido às mudanças da sociedade moderna. A obesidade atinge tanto os países ricos quanto os países pobres, e até mesmo países como o Japão que era tido

como um país de população magra está sofrendo com esse tipo de problema. A Organização Mundial da Saúde considera a obesidade nos dias de hoje um problema de saúde pública tão sério quanto a desnutrição.

Quando ambos, pai e mãe, tem obesidade, o risco da criança desenvolver obesidade é de 80%. Quando apenas um tem a condição, este risco diminui para 40%. Quando pai e mãe não tem obesidade, o risco de ter filhos obesidade é de apenas 10%. Estudos feitos com gêmeos univitelinos, já mostraram que, mesmo que as crianças vivam separadas, há semelhança de peso. Com crianças adotivas ocorre o mesmo fenômeno: o peso é mais parecido com o dos pais biológicos do que com os pais adotivos, independentemente do estilo de vida e hábitos alimentares.

Doenças Crônicas não transmissíveis:

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são doenças multifatoriais que se desenvolvem no decorrer da vida e são de longa duração. Atualmente, elas são consideradas um sério problema de saúde pública.

Já entre as não transmissíveis estão as doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias (asma, bronquite, Doenças Pulmonar Obstrutivas Crônica – DPOC etc.), doenças metabólicas (obesidade, diabetes, hiper e hipotireoidismo, dislipidemia, etc.), entre outras.

As doenças crônicas não transmissíveis não têm causas específicas e podem ser decorrentes de múltiplos fatores relacionados, principalmente, à condição de saúde (obesidade, doenças congênitas ou genéticas, ocorrência de outras doenças crônicas, comorbidades) e aos hábitos de vida (sedentarismo ou excessos físicos, estresse, alimentação inadequada, tabagismo, alcoolismo, uso de drogas). Fatores genéticos também contribuem e são considerados importantes em algumas das doenças crônicas. (Fonte; Axis Med.)

Como a alimentação fora de casa influencia na obesidade

Atualmente, o Brasil e o mundo vivem em um conflito entre a relação comida de rua x Obesidade. Com os altos índices de obesidade em todo o planeta, o mundo acordou para um problema que já vinha crescendo ao longo dos anos e hoje parece crescer cada vez mais.

Rapidez para tudo

A principal justificativa dada pelas pessoas que consomem os chamados fast food (comida rápida) é que eles são práticos e rápidos. Novas pesquisas científicas, contudo, mostram que esta também é uma via rápida para a obesidade, as doenças coronarianas e para o Mal de Alzheimer.

Efeitos nas crianças

Recentemente, uma pesquisa feita no Brasil mostrou que os fast food estão entre as principais causas das doenças coronarianas em crianças. Entre os fatores de risco estão a obesidade, o sedentarismo, a pressão alta, a alteração das taxas de colesterol e triglicérides.

Danos à memória

Outra conclusão do estudo é que o colesterol presente nos fast foods reduziu os níveis de outra substância no cérebro, chamada Arc, uma proteína ligada ao armazenamento da memória.

"Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com fatores genéticos (...) podem afetar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um fator que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer", afirmou Akterin.

(Fonte: Diário da Saúde)


 
 
 

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